www.cnoticias.net - Vidas
"Não podes conquistar a montanha, apenas a ti próprio"
Público - http://desporto.publico.pt/noticias
Já começou a mais louca travessia dos Alpes
Voando em parapente ou
progredindo a pé, três dezenas de aventureiros vão tentar atravessar os
Alpes entre Salzburgo, na Áustria, e o Mónaco. Entre eles está um
português.
Chama-se Nuno Virgílio e está apoiado por Samuel Lopes. A aventura começou no domingo e é possível seguir a progressão dos atletas em tempo real, graças aos dispositivos de localização que todos carregam consigo.
A Red Bull X-Alps é uma prova idealizada e coordenada pelo ex-campeão mundial de voo acrobático Hannes Arch. Disputa-se a cada dois anos e já vai na sua quinta edição, sempre com padrões radicais de exigência física – em 2009, só dois dos participantes cortaram a meta (a competição encerra 48 horas depois de o vencedor terminar o percurso).
É a primeira vez que um concorrente português é admitido na competição. Nuno Virgílio, recordista nacional de distância em parapente, assumiu desde o início que o voo seria a sua grande vantagem, enquanto a progressão a pé, apesar dos duros treinos realizados nos últimos seis meses, traria vantagem a alguns dos seus adversários (há vários ultramaratonistas a participar).
No primeiro dia, as condições permitiram aos participantes voar algumas dezenas de quilómetros entre o primeiro e o segundo dos oito pontos de controlo onde todos são obrigados a passar. Nuno terminou o dia no oitavo lugar. Mas, entretanto, as condições nos Alpes deterioraram-se e toda a gente foi obrigada a manter-se no solo. Decorridas 48 horas sobre a partida, o representante português seguia na 17.ª posição.
No endereço http://www.redbullxalps.com/live-tracking.html é possível acompanhar a progressão dos participantes em tempo real, saber se estão nesse momento a voar, a andar ou a descansar, analisar as estatísticas de progressão, ler os diários que todos têm de actualizar e ver fotos e vídeos. Ou, já agora, enviar mensagens de apoio.
Chama-se Nuno Virgílio e está apoiado por Samuel Lopes. A aventura começou no domingo e é possível seguir a progressão dos atletas em tempo real, graças aos dispositivos de localização que todos carregam consigo.
A Red Bull X-Alps é uma prova idealizada e coordenada pelo ex-campeão mundial de voo acrobático Hannes Arch. Disputa-se a cada dois anos e já vai na sua quinta edição, sempre com padrões radicais de exigência física – em 2009, só dois dos participantes cortaram a meta (a competição encerra 48 horas depois de o vencedor terminar o percurso).
É a primeira vez que um concorrente português é admitido na competição. Nuno Virgílio, recordista nacional de distância em parapente, assumiu desde o início que o voo seria a sua grande vantagem, enquanto a progressão a pé, apesar dos duros treinos realizados nos últimos seis meses, traria vantagem a alguns dos seus adversários (há vários ultramaratonistas a participar).
No primeiro dia, as condições permitiram aos participantes voar algumas dezenas de quilómetros entre o primeiro e o segundo dos oito pontos de controlo onde todos são obrigados a passar. Nuno terminou o dia no oitavo lugar. Mas, entretanto, as condições nos Alpes deterioraram-se e toda a gente foi obrigada a manter-se no solo. Decorridas 48 horas sobre a partida, o representante português seguia na 17.ª posição.
No endereço http://www.redbullxalps.com/live-tracking.html é possível acompanhar a progressão dos participantes em tempo real, saber se estão nesse momento a voar, a andar ou a descansar, analisar as estatísticas de progressão, ler os diários que todos têm de actualizar e ver fotos e vídeos. Ou, já agora, enviar mensagens de apoio.
Público FugasViagens
http://fugas.publico.pt
Red Bull X-Alps, voar com os pés bem assentes na terra, por Luís Francisco

Foto - Filipe Arruda
Durante quase duas semanas, 32 atletas de 23 países vão
olhar os Alpes de cima. Ou nem por isso.
O desafio do Red Bull X-Alps concilia o parapente com a progressão a pé ao longo de uma paisagem única.
E, nesta odisseia radical, estreia-se um participante português, Nuno Virgílio.
Quando se juntam três dezenas dos melhores atletas mundiais numa especialidade e só dois conseguem completar a prova, facilmente se percebe que estamos perante um evento muito especial.
O Red Bull X-Alps não é para frouxos nem para diletantes. Nesta aventura, que se realiza a cada dois anos, o desafio físico e mental é extremo.
E, pela primeira vez, há um português que o assume. Desde domingo, 32 atletas vivem a aventura de atravessarem os Alpes em parapente e a pé.
Durante anos, Nuno Virgílio acompanhou a mais radical competição mundial de parapente à distância. "Desde a primeira edição", confirma. "Só pensava que um dia também queria ser assim e, à medida que a minha carreira como piloto de parapente se foi consolidando, comecei a pensar: 'Por que não cumprir o sonho?'" Com o mar do Meco ao fundo, numa tarde ensolarada mas de nortada incessante, o piloto português fala aos jornalistas a poucos dias de alinhar à partida da competição que se habituou a admirar à distância.
Sonhar foi importante, mas houve muito trabalho para chegar aqui. A organização não se limita a aceitar inscrições: selecciona os participantes com base no seu currículo e habilitações. Não basta ser bom no parapente; há que provar que se dominam técnicas de progressão em montanha, uma vez que aos participantes estão permitidas apenas duas formas de cumprir o percurso: a pé ou a voar de parapente. A capacidade para equilibrar estes dois estilos tão distintos de progressão pode ser a chave do sucesso.
Mas há mais, muito mais. O Red Bull X-Alps é, acima de tudo, uma maratona, uma odisseia alpina que pode durar semana e meia para os mais rápidos. E quando o primeiro corta a meta fica estabelecido um prazo de 48 horas até ser decretado o final da competição. Os que não chegaram entretanto à meta são classificados conforme a sua posição ao longo do percurso - e não há qualquer desonra nisso: em 2009, na última edição da prova, só mesmo os dois primeiros cumpriram a totalidade do trajecto.
Este ano serão 864 quilómetros entre Salzburgo, na Áustria, e o Mónaco. Mas isto é em linha recta, num percurso que levará, forçosamente, os concorrentes a passar por oito pontos de controlo, por terra ou pelo ar. E que segue a linha dos picos mais altos da cordilheira no sentido Leste/Oeste. Até ao Monte Branco, o sétimo ponto de controlo, o último a passar em cada uma destas balizas será desclassificado. E ninguém pode progredir entre as 23h00 e as 4h00 da manhã seguinte. Esta última regra surge em 2011 por causa da experiência acumulada em edições anteriores.
A pressão competitiva levava muitos atletas a obliterarem períodos de descanso, o que lhes retirava discernimento e concentração - duas das virtudes fundamentais para reduzir riscos em montanha. Por isso, a organização decidiu impor um "cessar-fogo" diário. Como todos os concorrentes levam consigo aparelhos de geolocalização, será fácil detectar ilegalidades.
(E também torna possível aos adeptos seguirem a prova em tempo real. Aliás, os concorrentes estão obrigados a fazer um diário, dar entrevistas e fornecer material vídeo ao longo de toda a prova.)
O desafio do Red Bull X-Alps concilia o parapente com a progressão a pé ao longo de uma paisagem única.
E, nesta odisseia radical, estreia-se um participante português, Nuno Virgílio.
Quando se juntam três dezenas dos melhores atletas mundiais numa especialidade e só dois conseguem completar a prova, facilmente se percebe que estamos perante um evento muito especial.
O Red Bull X-Alps não é para frouxos nem para diletantes. Nesta aventura, que se realiza a cada dois anos, o desafio físico e mental é extremo.
E, pela primeira vez, há um português que o assume. Desde domingo, 32 atletas vivem a aventura de atravessarem os Alpes em parapente e a pé.
Durante anos, Nuno Virgílio acompanhou a mais radical competição mundial de parapente à distância. "Desde a primeira edição", confirma. "Só pensava que um dia também queria ser assim e, à medida que a minha carreira como piloto de parapente se foi consolidando, comecei a pensar: 'Por que não cumprir o sonho?'" Com o mar do Meco ao fundo, numa tarde ensolarada mas de nortada incessante, o piloto português fala aos jornalistas a poucos dias de alinhar à partida da competição que se habituou a admirar à distância.
Sonhar foi importante, mas houve muito trabalho para chegar aqui. A organização não se limita a aceitar inscrições: selecciona os participantes com base no seu currículo e habilitações. Não basta ser bom no parapente; há que provar que se dominam técnicas de progressão em montanha, uma vez que aos participantes estão permitidas apenas duas formas de cumprir o percurso: a pé ou a voar de parapente. A capacidade para equilibrar estes dois estilos tão distintos de progressão pode ser a chave do sucesso.
Mas há mais, muito mais. O Red Bull X-Alps é, acima de tudo, uma maratona, uma odisseia alpina que pode durar semana e meia para os mais rápidos. E quando o primeiro corta a meta fica estabelecido um prazo de 48 horas até ser decretado o final da competição. Os que não chegaram entretanto à meta são classificados conforme a sua posição ao longo do percurso - e não há qualquer desonra nisso: em 2009, na última edição da prova, só mesmo os dois primeiros cumpriram a totalidade do trajecto.
Este ano serão 864 quilómetros entre Salzburgo, na Áustria, e o Mónaco. Mas isto é em linha recta, num percurso que levará, forçosamente, os concorrentes a passar por oito pontos de controlo, por terra ou pelo ar. E que segue a linha dos picos mais altos da cordilheira no sentido Leste/Oeste. Até ao Monte Branco, o sétimo ponto de controlo, o último a passar em cada uma destas balizas será desclassificado. E ninguém pode progredir entre as 23h00 e as 4h00 da manhã seguinte. Esta última regra surge em 2011 por causa da experiência acumulada em edições anteriores.
A pressão competitiva levava muitos atletas a obliterarem períodos de descanso, o que lhes retirava discernimento e concentração - duas das virtudes fundamentais para reduzir riscos em montanha. Por isso, a organização decidiu impor um "cessar-fogo" diário. Como todos os concorrentes levam consigo aparelhos de geolocalização, será fácil detectar ilegalidades.
(E também torna possível aos adeptos seguirem a prova em tempo real. Aliás, os concorrentes estão obrigados a fazer um diário, dar entrevistas e fornecer material vídeo ao longo de toda a prova.)
Free Lance - Red Bull Portugal
Já começou a mais dura aventura dos Alpes
Nuno Virgílio termina o primeiro dia no pelotão da frente
A histórica cidade austríaca de Salzburgo foi o ponto de partida da quinta edição do Red Bull X-Alps, a mais dura travessia dos Alpes que conta pela primeira vez com a participação de um atleta português. Nuno Virgílio iniciou bem os 864 quilómetros do percurso onde só se pode avançar de duas formas - a pé ou a voar de parapente! O objectivo final deverá ser atingido num máximo de 15 dias, dependendo das condições climatéricas.
Muito mais do que uma oportunidade de apreciar as belas paisagens alpinas por terra e pelo ar, o Red Bull X-Alps é uma das mais exigentes expedições de desporto aventura da actualidade. O objectivo é cumprir num prazo limite de 14 dias um traçado com quase 900 quilómetros, recorrendo para isso a meios de progressão não-motorizados e que se resumem ao voo em parapente, à caminhada, escalada e alpinismo.
Momentos antes de deixar hoje a cidade de Salzburg em direcção às montanhas, Nuno Virgílio - o primeiro português a marcar presença numa caravana de 30 atletas de 22 países - mostrava-se confiante na sua preparação; “Sei que há muitos atletas que vivem e treinam nos Alpes e que além disso têm já uma longa experiência nesta competição, mas mesmo assim acredito que tenho todas as condições para ter sucesso. Espero que o tempo ajude e me permita voar o mais possível, pois é no ar que possa fazer a diferença”.
Ao fim do primeiro dia, Virgílio estava perfeitamente integrado no pelotão da frente (em oitavo lugar) - com 89 quilómetros percorridos a voar e 27 a caminhar rumo ao monte Dachstein. Depois do Brasil ter tido honras de líder na primeira secção de trecking, é agora a vez de um veterano japonês (51 anos) liderar, ainda que por uma escassa margem. O suíço Christian Maurer, o defensor do título, está em segundo lugar e continua a ser apontado como o principal favorito à vitória.
A progressão de Nuno Virgílio e dos restantes atletas pode ser acompanhada à distância e em tempo real através de um sistema de localização por GPS disponível em www.redbullxalps.com.
Mais informações em:
www.redbullxalps.com
www.redbull.pt
A histórica cidade austríaca de Salzburgo foi o ponto de partida da quinta edição do Red Bull X-Alps, a mais dura travessia dos Alpes que conta pela primeira vez com a participação de um atleta português. Nuno Virgílio iniciou bem os 864 quilómetros do percurso onde só se pode avançar de duas formas - a pé ou a voar de parapente! O objectivo final deverá ser atingido num máximo de 15 dias, dependendo das condições climatéricas.
Muito mais do que uma oportunidade de apreciar as belas paisagens alpinas por terra e pelo ar, o Red Bull X-Alps é uma das mais exigentes expedições de desporto aventura da actualidade. O objectivo é cumprir num prazo limite de 14 dias um traçado com quase 900 quilómetros, recorrendo para isso a meios de progressão não-motorizados e que se resumem ao voo em parapente, à caminhada, escalada e alpinismo.
Momentos antes de deixar hoje a cidade de Salzburg em direcção às montanhas, Nuno Virgílio - o primeiro português a marcar presença numa caravana de 30 atletas de 22 países - mostrava-se confiante na sua preparação; “Sei que há muitos atletas que vivem e treinam nos Alpes e que além disso têm já uma longa experiência nesta competição, mas mesmo assim acredito que tenho todas as condições para ter sucesso. Espero que o tempo ajude e me permita voar o mais possível, pois é no ar que possa fazer a diferença”.
Ao fim do primeiro dia, Virgílio estava perfeitamente integrado no pelotão da frente (em oitavo lugar) - com 89 quilómetros percorridos a voar e 27 a caminhar rumo ao monte Dachstein. Depois do Brasil ter tido honras de líder na primeira secção de trecking, é agora a vez de um veterano japonês (51 anos) liderar, ainda que por uma escassa margem. O suíço Christian Maurer, o defensor do título, está em segundo lugar e continua a ser apontado como o principal favorito à vitória.
A progressão de Nuno Virgílio e dos restantes atletas pode ser acompanhada à distância e em tempo real através de um sistema de localização por GPS disponível em www.redbullxalps.com.
Mais informações em:
www.redbullxalps.com
www.redbull.pt
Diário de Notícias
A aventura de uma vida
SPORT.TV3
12 de Julho - 3ª Feira
864km.
De Salzburgo ao Mónaco, a pé ou de parapente, é este o desafio que o convidado desta semana no Segunda Pele se prepara para enfrentar.
O Nuno Virgílio é o primeiro português a participar nesta prova extrema da Red Bull: o X-Alps que começa já no dia 17 de Julho.
A equipa portuguesa fica completa com o Samuel Lopes, o elemento de apoio indispensável nesta aventura (quase) em solitário...
De Salzburgo ao Mónaco, a pé ou de parapente, é este o desafio que o convidado desta semana no Segunda Pele se prepara para enfrentar.
O Nuno Virgílio é o primeiro português a participar nesta prova extrema da Red Bull: o X-Alps que começa já no dia 17 de Julho.
A equipa portuguesa fica completa com o Samuel Lopes, o elemento de apoio indispensável nesta aventura (quase) em solitário...
Visão
Os "ironmen" dos Alpes
Red Bull Portugal
http://www.redbull.pt/cs/Satellite/pt_PT/Article/CONTAGEM-DECRESCENTE-PARA-A-DUREZA-ALPINA-021243049681656
Contagem decrescente para a dureza alpina
Team Portugal já está nos Alpes a preparar-se para a partida
Depois de longos meses de intensa preparação em terra e no ar, a primeira equipa portuguesa seleccionada para participar no Red Bull X-Alps já está na Áustria para afinar os últimos detalhes antes da partida (17 Julho). Em causa está um percurso de 864 quilómetros entre Salzburg e o Mónaco com passagem pelos mais emblemáticos picos da cordilheira alpina.
Preparados para um patamar de dureza extrema. É este o sentimento da dupla portuguesa que está prestes a estrear-se no Red Bull X-Alps. Salzburgo é já no próximo dia 17 o ponto de partida desta original competição que mistura parapente com progressão a pé. A rota visita quatro países (Áustria, Itália, Suíça e França) e alguns dos picos mais altos dos Alpes - incluindo o famoso Monte Branco com os seus 4792 metros - antes de chegar ao Mónaco.
Para Nuno Virgílio, que conta no terreno com o apoio logístico de Samuel Lopes, este “é um sonho tornado realidade, pois acompanho desde a primeira edição esta expedição”. Quanto a objectivos, “a meta é ir o mais longe possível tendo o Mónaco como horizonte. Sabemos que nos esperam dias muito complicados, mas acreditamos nas nossas capacidades e em todo o trabalho que desenvolvemos até aqui. Obviamente que tentarei voar o mais possível, sabendo que os Alpes são muito instáveis e exigentes”.
Num terreno difícil e debaixo de condições climatéricas instáveis (em alguns locais o vento pode atingir aos 75 km/h), o suíço Christian Maurer irá defender o título alcançado em 2009 - um marco que conquistou num tempo recorde de 9 dias, 23 horas e 54 minutos. Maurer espantou tudo e todos ao conseguir uma taxa de voo acima dos 70%, graças a uma estratégia brilhante que implicou muitas aterragens nas alturas. Os 864 quilómetros do traçado têm que ser cumpridos num limite de 14 dias pelos 30 atletas de 23 países escolhidos à escala global, podendo a progressão das equipas ser acompanhada através de um sistema de localização disponível na página oficial da prova em www.redbullxalps.com.
Depois de longos meses de intensa preparação em terra e no ar, a primeira equipa portuguesa seleccionada para participar no Red Bull X-Alps já está na Áustria para afinar os últimos detalhes antes da partida (17 Julho). Em causa está um percurso de 864 quilómetros entre Salzburg e o Mónaco com passagem pelos mais emblemáticos picos da cordilheira alpina.
Preparados para um patamar de dureza extrema. É este o sentimento da dupla portuguesa que está prestes a estrear-se no Red Bull X-Alps. Salzburgo é já no próximo dia 17 o ponto de partida desta original competição que mistura parapente com progressão a pé. A rota visita quatro países (Áustria, Itália, Suíça e França) e alguns dos picos mais altos dos Alpes - incluindo o famoso Monte Branco com os seus 4792 metros - antes de chegar ao Mónaco.
Para Nuno Virgílio, que conta no terreno com o apoio logístico de Samuel Lopes, este “é um sonho tornado realidade, pois acompanho desde a primeira edição esta expedição”. Quanto a objectivos, “a meta é ir o mais longe possível tendo o Mónaco como horizonte. Sabemos que nos esperam dias muito complicados, mas acreditamos nas nossas capacidades e em todo o trabalho que desenvolvemos até aqui. Obviamente que tentarei voar o mais possível, sabendo que os Alpes são muito instáveis e exigentes”.
Num terreno difícil e debaixo de condições climatéricas instáveis (em alguns locais o vento pode atingir aos 75 km/h), o suíço Christian Maurer irá defender o título alcançado em 2009 - um marco que conquistou num tempo recorde de 9 dias, 23 horas e 54 minutos. Maurer espantou tudo e todos ao conseguir uma taxa de voo acima dos 70%, graças a uma estratégia brilhante que implicou muitas aterragens nas alturas. Os 864 quilómetros do traçado têm que ser cumpridos num limite de 14 dias pelos 30 atletas de 23 países escolhidos à escala global, podendo a progressão das equipas ser acompanhada através de um sistema de localização disponível na página oficial da prova em www.redbullxalps.com.
Diário de Notícias
Portugal estreia-se na mais louca aventura alpina
Nuno Virgílio e Samuel Lopes no Red Bull X-Alps 2011... A prova vai começar!
SportLife
Red Bull X-Alps 2011
Apresentamos esta expedição de aventura e contamos como vai ser a participação portuguesa na prova.
Aguardamos para saber o resultado do nosso atleta.
Aguardamos para saber o resultado do nosso atleta.
Portal Aventuras
Red Bull X-Alps 2011

Paulo Calisto/Red Bull Photofiles
Cumprir um percurso de alta montanha com 864 quilómetros, ligando Salzburg ao Mónaco, é o objectivo do Red Bull X-Alps. A caminhada e o parapente são os únicos meios de progressão autorizados nesta aventura, que este ano conta pela primeira vez com a participação de um atleta português. Nuno Virgílio enfrenta assim um dos maiores desafios da sua carreira.
Com quatro edições disputadas até à data, o Red Bull X-Alps resultou do entusiasmo e da experiência pessoal de Hannes Arch - piloto austríaco que alcançou grande projecção nos últimos anos como protagonista da Red Bull Air Race. Arch iniciou a sua carreira precisamente no Parapente e é a cara desta expedição internacional.
A edição de 2011, com arranque previsto para 17 de Julho, promete manter inalterado um elevado o patamar de dureza - depois de apenas dois atletas terem conseguido cumprir todo o percurso da competição em 2009.
Com quatro edições disputadas até à data, o Red Bull X-Alps resultou do entusiasmo e da experiência pessoal de Hannes Arch - piloto austríaco que alcançou grande projecção nos últimos anos como protagonista da Red Bull Air Race. Arch iniciou a sua carreira precisamente no Parapente e é a cara desta expedição internacional.
A edição de 2011, com arranque previsto para 17 de Julho, promete manter inalterado um elevado o patamar de dureza - depois de apenas dois atletas terem conseguido cumprir todo o percurso da competição em 2009.
Seleccionados pela sua experiência e currículo desportivo, os 32 eleitos têm pela frente 864 quilómetros para cumprir num limite de 14 dias em total autonomia.
Portugal figura pela primeira vez entre as 23 nações representadas no Red Bull X-Alps, tendo a escolha recaído em Nuno Virgílio - que aos 31 anos é um dos mais conceituados atletas nacionais de Parapente. Recordista nacional de distância e líder do Ranking Nacional de Parapente entre 2007 e 2009, este engenheiro mecânico de profissão prepara-se para viver um dos maiores desafios da sua já longa carreira desportiva; “Ter sido seleccionado para representar o nosso país é um sonho tornado realidade, pois sempre acompanhei à distância a competição acreditando que um dia chegaria a minha vez. Estou motivado para dar o meu melhor e tenho orgulho em integrar uma caravana de grandes talentos onde vou poder medir forças com verdadeiras lendas”. O Team Portugal é ainda composto por Samuel Lopes, experiente piloto e montanhista que garantirá a assistência a Nuno Virgílio.
Salzburgo é o ponto de partida da competição que visita quatro países (Áustria, Itália, Suíça e França) e alguns dos picos mais altos dos Alpes - incluindo o famoso Monte Branco com os seus 4792 metros - antes de chegar ao Mónaco. Num terreno difícil e debaixo de condições climatéricas instáveis (em alguns locais o vento pode atingir aos 75 km/h), o suíço Christian Maurer irá defender o título alcançado em 2009 - um marco que conquistou num tempo recorde de 9 dias, 23 horas e 54 minutos. Maurer espantou tudo e todos ao conseguir uma taxa de voo acima dos 70%, graças a uma estratégia brilhante que implicou muitas aterragens nas alturas.
Os próximos meses vão ser particularmente intensos para os 32 atletas seleccionados para o Red Bull X-Alps, com a resistência e o voo de montanha a ganharem um lugar central na preparação diária da expedição.
FREE LANCE - COMUNICAÇÃO
Portugal figura pela primeira vez entre as 23 nações representadas no Red Bull X-Alps, tendo a escolha recaído em Nuno Virgílio - que aos 31 anos é um dos mais conceituados atletas nacionais de Parapente. Recordista nacional de distância e líder do Ranking Nacional de Parapente entre 2007 e 2009, este engenheiro mecânico de profissão prepara-se para viver um dos maiores desafios da sua já longa carreira desportiva; “Ter sido seleccionado para representar o nosso país é um sonho tornado realidade, pois sempre acompanhei à distância a competição acreditando que um dia chegaria a minha vez. Estou motivado para dar o meu melhor e tenho orgulho em integrar uma caravana de grandes talentos onde vou poder medir forças com verdadeiras lendas”. O Team Portugal é ainda composto por Samuel Lopes, experiente piloto e montanhista que garantirá a assistência a Nuno Virgílio.
Salzburgo é o ponto de partida da competição que visita quatro países (Áustria, Itália, Suíça e França) e alguns dos picos mais altos dos Alpes - incluindo o famoso Monte Branco com os seus 4792 metros - antes de chegar ao Mónaco. Num terreno difícil e debaixo de condições climatéricas instáveis (em alguns locais o vento pode atingir aos 75 km/h), o suíço Christian Maurer irá defender o título alcançado em 2009 - um marco que conquistou num tempo recorde de 9 dias, 23 horas e 54 minutos. Maurer espantou tudo e todos ao conseguir uma taxa de voo acima dos 70%, graças a uma estratégia brilhante que implicou muitas aterragens nas alturas.
Os próximos meses vão ser particularmente intensos para os 32 atletas seleccionados para o Red Bull X-Alps, com a resistência e o voo de montanha a ganharem um lugar central na preparação diária da expedição.
FREE LANCE - COMUNICAÇÃO
RTP - noticias.rtp.pt
Nuno Virgílio vai participar no X-Alps 2011

Nuno Virgílio durante um treino em Linhares da Beira - Foto: Pedro Araújo Pina
Nuno Virgílio foi um dos 30 seleccionados pela organização do RedBull X-Alps para integrar a prova no próximo ano. Esta é a primeira vez que um português participa na competição, que consiste em concluir um percurso entre Salzsburgo, na Áustria, e o Mónaco, sempre pelos Alpes, deslocando-se a pé ou de parapente, num total de 864 quilómetros.
A concorrência vai ser forte: pela frente tem Alex Hofer, suíço, campeão Europeu e vencedor da Taça do Mundo de Parapente em 2002, campeão Mundial em 2003, vencedor do X-Alps em 2005 e 2007 e vice-campeão do X-Alps no ano passado; Christian Chrigel Maurer, também suíço, tri-campeão da Taça do Mundo de Parapente, campeão Europeu em 2004 e vencedor do X-Alps em 2009; para além destes dois, há ainda mais 27 pilotos com currículos semelhantes.
A concorrência vai ser forte: pela frente tem Alex Hofer, suíço, campeão Europeu e vencedor da Taça do Mundo de Parapente em 2002, campeão Mundial em 2003, vencedor do X-Alps em 2005 e 2007 e vice-campeão do X-Alps no ano passado; Christian Chrigel Maurer, também suíço, tri-campeão da Taça do Mundo de Parapente, campeão Europeu em 2004 e vencedor do X-Alps em 2009; para além destes dois, há ainda mais 27 pilotos com currículos semelhantes.
As regras também são simples: os participantes só se podem deslocar a pé ou de parapente, têm de transportar consigo a asa, a cadeira, capacete, paraquedas de emergência, um sinalizador de emergência, um cinto reflector e um localizador, têm de passar por locais pré-definidos pela organização, só podem ter um colega de equipa, não podem usar túneis, têm de obedecer às Regras de Voo Visual (VFR) e a corrida acaba 48 horas depois de o primeiro atleta chegar à meta.
Ainda assim, Nuno Virgílio, segundo no ranking nacional e 65º no ranking mundial de parapente, decidiu candidatar-se. Só trinta pilotos são escolhidos pela organização e Nuno foi um deles: "Esperava ser seleccionado, claro, apesar de saber que a concorrência é forte, como se verifica", confessa o português, "entusiasmado" com a notícia.
Nuno confessa que o desafio é grande e, "por estar longe do centro da Europa, onde se vai desenrolar a corrida", sabe que parte em "desvantagem em relação aos atletas locais", que treinam frequentemente no cenário da prova. Ainda assim, mostra-se confiante e acredita mesmo que, "com preparação adequada, vou estar fisicamente à altura". Conhece os Alpes de participações anteriores em competições internacionais e confessa que é o tipo de voo que prefere e onde se dá melhor.
O piloto português, engenheiro mecânico de profissão, considera que "logística e apoios vão ser muito importantes", e escolheu como colega de equipa alguém que conhece bem este tipo de provas. Samuel Lopes é instrutor de parapente, com experiência em montanhismo, alpinismo, entre outras actividades ao ar livre, contando também no currículo com uma travessia em parapente entre Katmandu e a base do Monte Everest.
Em relação a palmarés, Nuno Virgílio é detentor do recorde nacional de distância, com um voo de 248 quilómetros, já foi nº 1 no ranking nacional, e conquistou o terceiro lugar no Pré-Mundial 2008, disputado no México.
O RedBull X-Alps tem início no dia 17 Julho de 2011, e vai poder ser acompanhado em directo através de um sistema de livetracking no Google Earth.
Ainda assim, Nuno Virgílio, segundo no ranking nacional e 65º no ranking mundial de parapente, decidiu candidatar-se. Só trinta pilotos são escolhidos pela organização e Nuno foi um deles: "Esperava ser seleccionado, claro, apesar de saber que a concorrência é forte, como se verifica", confessa o português, "entusiasmado" com a notícia.
Nuno confessa que o desafio é grande e, "por estar longe do centro da Europa, onde se vai desenrolar a corrida", sabe que parte em "desvantagem em relação aos atletas locais", que treinam frequentemente no cenário da prova. Ainda assim, mostra-se confiante e acredita mesmo que, "com preparação adequada, vou estar fisicamente à altura". Conhece os Alpes de participações anteriores em competições internacionais e confessa que é o tipo de voo que prefere e onde se dá melhor.
O piloto português, engenheiro mecânico de profissão, considera que "logística e apoios vão ser muito importantes", e escolheu como colega de equipa alguém que conhece bem este tipo de provas. Samuel Lopes é instrutor de parapente, com experiência em montanhismo, alpinismo, entre outras actividades ao ar livre, contando também no currículo com uma travessia em parapente entre Katmandu e a base do Monte Everest.
Em relação a palmarés, Nuno Virgílio é detentor do recorde nacional de distância, com um voo de 248 quilómetros, já foi nº 1 no ranking nacional, e conquistou o terceiro lugar no Pré-Mundial 2008, disputado no México.
O RedBull X-Alps tem início no dia 17 Julho de 2011, e vai poder ser acompanhado em directo através de um sistema de livetracking no Google Earth.





